Psicólogo ou psiquiatra: por onde começar?
A psicóloga Michelle Branquinho, CRP 09/7474, usa uma imagem simples para explicar quando o acompanhamento psicológico pede também um olhar psiquiátrico:
“Imagina que cada pessoa tem uma bolinha de tênis na sua frente, que é o sintoma a ser tratado. Às vezes, a pessoa chega com essa bolinha rodando, indo pra lá e pra cá, e o psicólogo precisa dela mais quietinha para poder trabalhar. Nesses casos, o psiquiatra entra com outra via de tratamento: avalia se há algo fisiológico impactando o mental e, por vezes, utiliza medicamento para que essas voltas diminuam. Com o sintoma mais estável, o psicólogo consegue trabalhar”, diz a psicóloga.
No Espaço Absolut, psicologia e psiquiatria estão no mesmo espaço. Isso permite que o encaminhamento e a evolução do paciente sejam acompanhados de forma mais ampla e integrada, sempre com o consentimento de quem está em tratamento.
Conteúdo informativo. Não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Em situação de crise, ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU).
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